Ténis de Mesa

Vertente Deficiência Intelectual

O ténis de mesa para atletas com deficiência intelectual é uma modalidade regulada internacionalmente pela Virtus e uma das três modalidades abertas a atletas com deficiência intelectual no programa dos Jogos Paralímpicos. A modalidade segue integralmente as regras da International Table Tennis Federation (ITTF), sem alterações específicas ao regulamento, sendo disputada em provas de singulares, pares e equipas. 

A prática competitiva do ténis de mesa para atletas com deficiência intelectual tem vindo a crescer através das competições organizadas pela Virtus, que promove Campeonatos do Mundo, campeonatos regionais e outras provas internacionais. O primeiro Campeonato do Mundo realizou-se em 1995, na Bélgica, representando um marco importante para o desenvolvimento e reconhecimento internacional da modalidade.

O ténis de mesa fez a sua estreia nos Jogos Paralímpicos em Sydney 2000. Após uma revisão dos critérios de elegibilidade, a modalidade regressou ao Programa Paralímpico em Londres 2012, onde permanece atualmente. Nos Jogos Paralímpicos, apenas atletas com deficiência intelectual da classe II1 são elegíveis para competir, integrando a classe 11 do ténis de mesa, assegurando que a competição decorre entre atletas com características funcionais semelhantes.

Vertente Síndrome de Down

O ténis de mesa para atletas com Síndrome de Down é coordenado para atletas com Síndrome de Down pela International Table Tennis Association for Persons with Down Syndrome (ITTADS). A ITTADS é a entidade responsável pelo desenvolvimento técnico, regulamentação e organização das competições internacionais da modalidade, promovendo uma prática que alia precisão, técnica, concentração e rapidez de decisão. 

O 1.º Campeonato do Mundo de Ténis de Mesa para atletas com Síndrome de Down realizou-se em 2015, na África do Sul, constituindo um marco importante para o desenvolvimento internacional da modalidade.

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